(...) Um eleitor em véspera de eleição é um despossuído em potencial. A eminência do esvaziamento o deixa confuso, mas encorajado. Aproxima-se o grande momento e ele decide. Mas, antes de decidir, recorre às mais diversas saídas para o problema que se avizinha. Ainda com o voto em sua posse, já escorrendo entre os dedos, decide desfigurá-lo, depositá-lo sem cor, em branco, na tentativa de que não seja visto. Tolo engano. A ingenuidade o trapaceia. A brancura do voto o deixa mais fácil de ser visto pelo inimigo circunstancial (...).
Leia o artigo completo abaixo: "O voto, seu valor e sua cor"
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